Mostrando postagens com marcador Hora do Poema. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Hora do Poema. Mostrar todas as postagens
sexta-feira, 27 de abril de 2012
Leitores
Leitores
(Camila Rosado)
O que seria minha vida sem eles?
Um blog sem visita alguma, sem uma ajudinha
sem um empurrãozinho deles?
Não dá! Nunca diga que não
gosta de seus leitores, pois
eles é que, realmente,
fazem seu blog!
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
Chuva

Na época de chuva,
é bom comer uva.
Nessa época,
é bom colocar uma luva.
É bom tomar banho
de chuva,
Como é bom...
Menina na chuva
de luva
comendo uva
Tomando banho
de chuva,
com os cabelos castanhos.
Chuva, chuvinha....
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
Poemas
Sem barra
José Paulo Paes
Enquanto a formiga
carrega comida
para o formigueiro,
a cigarra canta,
canta o dia inteiro.
A formiga é só trabalho.
A cigarra é só cantiga.
Mas sem a cantiga
da cigarra
que distrai da fadiga,
seria uma barra
o trabalho da formiga!
Segredo
Henriqueta Lisboa
Andorinha no fio
escutou um segredo.
Foi à torre da igreja,
cochichou com o sino.
E o sino bem alto:
delém-dem
delém-dem
delém-dem
dem-dem!
Toda a cidade
ficou sabendo.
Poemas retirados do livro "Varal de poesia"
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Só para si
Dona Cômoda tem três gavetas. E um ar confortável
de senhora rica. Nas gavetas guarda coisas de outros
tempos, só para si. Foi sempre assim, dona Cômoda:
gorda, fechada, egoísta.
Esse poema é de Mário Quintana. Retirado do livro "Varal de poesia".
Assinar:
Postagens (Atom)